Quem somos nós



Segue abaixo o conjunto de biografias de nossos membros:




Laise é carioca da gema e frequentadora da floresta da Tijuca, bairro onde mora. Honra os deuses irlandeses, em especial o Dagda e Macha, além de honrar espíritos locais e ancestrais brancos e negros. Não morre de amores pelo termo druidismo, que usa apenas para simplificar. Para definir sua religião gosta do termo Aurrad, embora ele seja via de regra pouco utilizado. Segue o caminho do Aes Dana, do artíficie, e tem tendências satiristas, porque acredita que, embora seriedade seja importante, se for demais atrapalha. Gosta de água e de mato, de cairns e de todos os tons de verde, muitos dos quais só foi ver pessoalmente lá na Ilha Esmeralda. Trabalha como professora de artes e de inglês e também como artista plástica e designer, mas realiza-se como mãe da Florzinha. Começou com essa história de celtas ainda na adolescência, somando no total uns 15 anos de celtitude, 6 dos quais em companhia do clã mais porreta do RJ. É com eles que organiza a quase anual Oenach na Tailtiu, uma festa linda que só vendo. É apaixonada por mitologia irlandesa, tradutora compulsiva e faz-se de escritora nas horas vagas.



Luciana é carioca, da tribo dos copacabanenses, é das Artes, do Paganismo, dos Celtas, é da Antiga Essência, é de Manannan, de Lugh, de Brid, é da Grande Rainha e de Dagda, é de Goibniu e Oengus. É do Brasil e é orgulhosa de sua africanidade,  é do Culto Aos Ancestrais. É  do Povo do Sidhe e atualmente de Rio das Ostras e Barra de São João.Começou sua pesquisa por ciências esotéricas aos 14 anos e chegou ao Druidismo pelos estudos da Creideamh e da Ordem Druídica do Brasil (e tem eterna gratidão ao trabalho de Robert Kaucher, amigo querido),Hoje expressa sua religiosidade através do Reconstrucionismo Celta (conforme o movimento foi pensado originalmente), do modo como está no CRFaq que ajudou a traduzir. Atualmente também expressa sua religiosidade através da bruxaria celta com ênfase nos Tuatha Dé. Acredita que a cultura celta deve ser acessível a todos e assim, sempre que possível, desde 2002, vem traduzindo textos e publicando pra quem quiser aprender (sob o antigo pseudônimo de Lornnah Carmel). Sem reduzir nem empobrecer, gosta de simplificar e do que é simples, pois crê que a “simplicidade é o último estágio da sofisticação”.



Seu caminho também é muito simples: vive de modo a merecer um lugar à mesa de seus antepassados quando morrer e para isso, nove virtudes a orientam: HONRA, VERDADE, JUSTIÇA, LEALDADE, CORAGEM, COMUNIDADE, HOSPITALIDADE, FORÇA, GENTILEZA.É  aprendiz sempre, gosto de somar e de quem soma e do que me  soma à ela como pessoa, verdadeira, um pouco impaciente, desmemoriada, ansiosa, curiosa, acessível e andarilha.





Ninna é filha de Manánnan e mãe de Isadora. Mora em Niterói, bem pertinho do mar de seu pai, com quem passa longas horas conversando. Também tem em seu coração lugar para Bríd, Morrighan e Cailleach, tendo preferência pelo panteão Irlandês. Encontrou-se com o paganismo celta há 7 anos, e de lá para cá já fez parte de grupo grande, de grupo pequeno, e já caminhou por conta própria também. Já fez rito em espaço aberto e no meio do mato com seus companheiros de clã, com cantoria e dança, mas também já fez rito no silêncio, intimidade e escuridão do lar. É enfermeira, tendo dominado a arte do cuidado com o próximo, e desenvolvido um grande respeito e reverência por tudo o que é vivo. Dedica sua vida a ajudar mulheres a conectarem-se com sua verdadeira essência, seja parindo, seja amamentando, seja superando os próprios limites, seja compreendendo-os e convivendo com eles. Tem espírito de Fianna, é guerreira e muito leal àqueles que considera seus, lutando sempre pelo que considera certo.



Descontente com as religiões tradicionais, Raquel nunca acreditou que a vida era somente o que lhe era explicada e que as histórias eram somente como lhe eram contadas. Conheceu a cultura celta, e, sua religião em forma de inspiração divina preencheu seu coração e alimentou seu espírito. Interessada em observar melhor a natureza se sentindo parte do todo, achou em suas crenças uma maneira de magia natural para praticar em seu cotidiano a conexão que sempre buscava. É intuitiva e sensível, procurando sempre sintonia com o ambiente e as pessoas que a cercam, mas também com o seu eu interior. Usa sua inclinação para a música como mais uma forma de se comunicar com os Deuses, honrando-os, aos Espíritos da Terra e aos Ancestrais com as canções do velho Éire. Para lá que seus pés andarilhos a levaram afinal, junto ao seu clã, e ela teve a oportunidade de reconhecer a Irlanda e matar uma saudade que só pode ser de outras vidas. É muito leal e acessível, buscando sempre agir com gentileza para com todos.




Rodrigo é um fáidh carioca, estudioso de línguas, contos e oráculos. Trabalha como professor de Espanhol no Rio de Janeiro. Está sempre viajando, ávido por conhecer novos caminhos e passear novamente pelos antigos. Nascido numa família que respirava magia, mesmo que inconscientemente, há mais de 16 anos a estuda mais ativamente, tratando de juntar o conhecimento adquirido com sua mãe e suas tias com o que aprendeu pelos caminhos que seguiu. Há 9 anos participa de um clã no Rio de Janeiro super discreto, mas com seu toque de loucura, que cultua e honra os deuses celtas e é um dos orgnizadores da Oenach na Tailtiu, como a Laise. Vive em meio à natureza, mas preferiria viver nos verdes campos da Irlanda - que conheceu e reconheceu -, cultua os deuses irlandeses, os espíritos e os ancestrais com dedicação. Tem devoção especial a Morrighan e Manannán.



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